07/08/2010

O perfume de uma bela história.

       Perto de uma época de presentear, escolhi uma história romântica de um presente que sempre me agrada muito receber. Apesar da tradição do produto, que faz pensar ser algo caro, ele não é. 
      Trata-se de um artigo considerado de 2ª linha, nem é encontrado em perfumarias ou casas de cosméticos na europa, mais fácil achar em farmácias ou pequenos mercados. No Brasil é encontrado em perfumarias de produtos importados, mas com preço bem acessível a todos.
       Mas o principal não é isso, e sim a fragrância - nada doce e que lembra um laranjal em flor; o frescor e a sensação de bem estar que seu uso provoca - pelo menos em mim. Isto faz dele o meu presente preferido no  em qualquer ocasião. Se não ganho durante o ano, acabo comprando, e uso litros por ano.
    Por isso é minha sugestão pra quem não sabe ainda que presente comprar. Mesmo aqueles que não gostam de usar 'perfume' vão gostar. Segue a história que extraí de outro link (indicado abaixo).

Responda rápido qual é o principal ícone clássico da perfumaria mundial? Se você pensou em qualquer renomado perfume francês errou. O ícone atende pelo nome de KÖLNISCH WASSER 4711 (a legítima “Água de Colônia”). A marca alemã foi responsável por tonar a expressão Água de Colônia em um termo genérico para a categoria. Ironicamente, o produto original, não é uma colônia, e sim uma Água de Toilette ou Eau de Toilette, pois contém mais do 5% de compostos aromáticos.-
A história
A popular Água de Colônia, base da perfumaria moderna, tem uma história curiosa. Segundo consta ela foi inventada em 1709 por Giovanni Maria Farina, um expatriado italiano que morava na cidade alemã de Colônia. Uma lenda diz que Farina copiou a fórmula de um monge que viveu muitos anos no Oriente. Inicialmente conhecida como “aqua mirabilis” (“água milagrosa”) era vendida como remédio para curar todos os tipos de males, desde dor de dente até a peste. Sua utilização podia ser tanto internamente (ingerida) como externamente. No dia 8 de outubro de 1792, um jovem comerciante chamado Wilhelm Mülhens fundou uma pequena empresa na cidade alemã de Colônia (daí a origem do termo “Água de Colônia”) para a produção de

03/08/2010

Quem aqui quer vestir uma burca?

Na França foi aprovada uma lei que proíbe o uso da burca e do niqab – veste feminina, tradicionalmente islâmica; e não é novidade esse tipo de proibição na Europa - já existe a proibição de colocar crucifixos em vários lugares e a construção de mesquitas com minaretes, etc.
A proibição da burca vem amparada pelo discurso de libertação da mulher islâmica, já a do crucifixo se apóia na condição não religiosa do estado moderno. Por outro lado os muçulmanos acusam os governos de preconceito racial e religioso, enquanto a Igreja Católica acusa os proibidores de se esquecerem da origem histórica da Europa cristã.
Acusar tais usos e costumes como ‘medievais’, ultrapassados, fruto da ignorância das pessoas, do atraso de um povo ou de nações não civilizadas é muito fácil e conveniente. Quem pode acusar o Irã de não ser civilizado ou de ter um povo ignorante? Um pais de tradição milenar, com pensadores e filósofos que entraram para a história, que tem uma das melhores universidades do mundo - a de Teerã. Um pais que contra tudo e contra todos desenvolveu tecnologias próprias, inclusive nuclear, que desenvolve softwares de qualidade e tem profissionais da área de TI que preocupam o ocidente.
"Civilizacionismo" é um pretexto há muito usado para a dominação e exploração econômica de povos "diferentes". Já a xenofobia da Europa atual não passa de uma explicação simplista para a crise econômica local, eximindo as politicas econômicas equivocadas adotadas no passado de toda culpa e, é claro dos seus agentes: Governos e bancos. É facil colocar a culpa no imigrante... e perigoso também - lembra a Alemanha do inicio do século passado.
Antes de continuar, quero citar aqui alguns trechos de um artigo muito lúcido
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